sexta-feira, 18 de julho de 2014

Aqueles lábios angélicos e carentes Ousados, mas inocentes, clamaram E nos guardaram aos vingos da flor Entre as pétalas e violetas em sede Lágrimas escorreram das suas aves Dedilhos e toque, carícias ao violino E melodias aos pianos daquela alma Adentrada seda concepto em cedro Um poema na carne, fincou o íntimo Das notas e claves, o mel e absinto Aqueles lábios angélicos e carentes Ousados, mas inocentes, clamaram PAMPOETA

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